Novo governo vai decidir quem usará energia paraguaia

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Valor Econômico

O próximo presidente do Paraguai irá arbitrar quem terá a primazia para explorar a disponibilidade energética do país nos próximos vinte anos: a fabricante de alumínio Rio Tinto Alcan ou a indústria brasileira “maquiladora”, sobretudo nos setores têxtil e de autopeças.
Este mês, a FIESP realizou um seminário exatamente para estudar a diminuição de custos que representaria triangular parte da produção para a economia paraguaia. A energia barata é um dos maiores atrativos do país, ao lado de impostos mais baixos e um mercado laboral com baixos salários e pequeno índice de sindicalização.
A Rio Tinto Alcan, conglomerado australiano-canadense, está disposta a investir US$ 3,5 bilhões para a implantação de um complexo que consumiria cerca de 9.600 GWh por ano. O consumo elétrico de todo Paraguai hoje é de 11 mil GWh anuais.
O Paraguai tem direito a utilizar 55 mil GWh por ano das usinas binacionais de…

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